sábado, 31 de dezembro de 2011

TERAPIA DE CASAL

Faz parte da condição humana a busca de um companheiro para dividir a vida com todos os seus altos e baixos. A vida a dois é muito saudável e prazerosa, porém, não podemos esquecer que este é um encontro de dois indivíduos que possuem sua própria bagagem e uma forma própria de ver o mundo.

 Nos relacionamentos pode haver desencontros, que pode ocorrer por vários motivos, como: falta de comunicação, brigas constantes, manias de um dos conjugues, opiniões diferentes, desgaste ocasionado pela rotina, traição, ciúme, insegurança, controle excessivo de um dos parceiros, questões emocionais, valores divergentes, carreira, educação dos filhos, estresse, entre outros.

A terapia de casal é um espaço para o casal poder explorar a relação, avaliar de forma clara os problemas que os estão afetando, e além de desenvolver uma comunicação mais saudável e fortalecida.

O terapeuta trabalhará para que isto ocorra, usando técnicas para que os parceiros possam ter maior compreensão sobre o outro, a aprenderem a dividir as responsabilidades existentes numa relação a dois, de forma não competitiva e mais realista, tendo maior equilíbrio e harmonia na relação.  

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fobias

O sentimento de medo é inerente ao ser humano, fez parte do nosso processo evolutivo, é um sentimento que vivenciamos diante de uma situação perigo, o que é diferente da Fobia, que é o medo exagerado e irracional, como se não conseguisse controlar o medo na presença da situação ou objeto fóbico, ou até mesmo quando apenas ao imaginarmos causa esta sensação de tensão e sobressalto.
A fobia pode causar transtornos na nossa vida pessoal e até profissional, dependendo do tipo de fobia, como aqueles que perdem uma oportunidade de emprego, pois para chegar à entrevista ou a empresa tem que pegar elevador e não consegue por ter medo de lugares fechados (claustrofobia), outro exemplo seria a Fobia de dirigir, em que um indivíduo trabalha em mais de um emprego em lugares distante em que poderia ir de carro e assim chegar mais rápido e descansado, ao invés disto, utiliza transporte público que pode fazer um caminho mais longo e cansativo. E estes são só 2 exemplos.Criamos estes comportamentos de esquiva para evitar a situação que nos causa medo, na realidade devido a este medo muitos acabam por sofrer com ansiedade antecipatória, pois já começam a ter alguns dos sintomas antes mesmo da situação em si ocorrer, como um fóbico social que não consegue dormir devido a ansiedade por saber que terá que apresentar um trabalho na faculdade diante da turma.
A fobia é um dos transtornos de ansiedade mais comuns do mundo, apesar de muitas pessoas que o possuem não comentarem por vergonha, uma pesquisa americana informa que 25% da população terá Transtorno Fóbico em algum momento da vida.
Uma das características é quando diante da situação fóbica a pessoa apresenta pensamentos disfuncionais, que avaliam negativamente os fatos diminuindo a capacidade de reação positiva e assim reforçando a crença negativa, caindo num circulo vicioso.
Os sintomas físicos podem ser: taquicardia, sensação de falta de ar, tremores, sudorese, aperto no peito, náusea, vertigem, calafrios ou onda de calor, sensação de formigamento entre outros. A crise diante do objeto/ situação fóbica pode se assemelhar a um ataque de pânico. 
Um dos tratamentos indicados é a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental que tem apresentado bons resultados com ou sem o uso de medicamentos farmacológico.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Locais de atendimento no estado do Rio de Janeiro

TRANSTORNO ALIMENTAR – ANOREXIA E BULIMIA



O Transtorno Alimentar é definido quando ocorre uma grave perturbação no comportamento alimentar podendo acarretar a magreza exagerada ou à obesidade, além de outros problemas de saúde relacionados. Neste artigo falarei de Anorexia e Bulimia devido o número de indivíduos com estes transtornos crescer mais a cada dia.
O que pode estar auxiliando este crescimento pode ser o fato de sermos bombardeados diariamente por jornais, revistas, televisão e até mesmo pelos outdoors espalhados pela cidade por um padrão de beleza inalcançável.
O culto ao corpo está fazendo com que muitos (em sua maioria mulheres, mas  não excluindo os homens) arriscarem suas vidas e sua saúde para alcançar estes padrões.
 O problema não é ficar magro para ter saúde e sim a magreza excessiva que ocorre devido à distorção da auto-imagem em busca de alcançar o padrão propagado pela mídia ocidental acarretando os transtornos alimentares.
Claro que a mídia não faz isto sozinha, fatores biológicos, psicológicos e sociais também fazem parte do processo.
Surgem a todo o momento dietas miraculosas prometendo ficar magra em pouco tempo utilizando sérias restrições alimentares. Lembrando que o importante não é ser magro, mas as formas utilizadas para conseguir isto e a magreza excessiva, que afetando a saúde física e mental.
Apesar de o transtorno Alimentar afetar na maioria mulheres, também ocorre em homens e o número de homens com o transtorno tem aumentado. Geralmente os homens que apresentam o distúrbio já foram obesos, possuem problemas de auto-estima, são desportistas, possuem conflitos de orientação sexual, ou preocupação com adoecimento futuro.
ANOREXIA NERVOSA
As principais características da anorexia nervosa são: recusa em manter o peso corporal no mínimo aceito numa faixa de normalidade; medo constante de engordar; distorção na percepção corpórea; podendo se tornar amenorréias.
Ao buscarem manter o peso abaixo da faixa de normalidade começam fazendo dietas, iniciando geralmente cortando apenas o que consideram calórico para depois evoluir para uma rígida restrição alimentar. Muitas vezes em conjunto com as dietas fazem exercícios físicos excessivos e purgação (isto é, auto-indução de vômito ou uso indevido de laxantes ou diuréticos). E apesar de tudo, não importa o quanto emagreça, o medo de engordar está sempre presente. Mesmo aqueles que percebem que estão magros se preocupam com certas partes do corpo que consideram “estar gordo”. Estão constantemente buscando formas de medir a perda ou ganho de peso.
 A auto-estima destas pessoas fica atrelada a sua forma corporal. A perda de peso para elas é uma conquista por demonstrar sua disciplina e o ganho é visto como um fracasso do autocontrole. Mesmo aqueles que percebem que estão magros negam os problemas de saúde causados pela desnutrição.
Geralmente é um familiar quem busca ajuda, quando é o próprio indivíduo quem busca  é devido os problemas de saúde relacionados, não percebendo o baixo peso e o transtorno.
Pode ser dividido:
Restritivo - A perda de peso é conseguida por restrição alimentar, jejuns, exercícios excessivos. Não sendo habituais episódios de hiperfagia (comer excessivo) ou purgação.
Compulsão Periódica/Purgativo – Quando é habitual episódios de hiperfagia e/ou purgação. A maioria com hiperfagia faz purgações induzindo ao vômito ou utilizando laxantes, diuréticos ou enemas.  Muitos fazem purgação sem ter episódios de hiperfagia.
Muitos acabem por demonstrar sintomas depressivos, além de características obsessivas - compulsivas, podendo ou não estar relacionadas à comida.
Além de evitarem comer em público, apresentando sentimentos de inutilidade, necessidade de controle do próprio ambiente, sendo inflexíveis, pouca ou nenhuma espontaneidade social, assim como pouca iniciativa e expressão emocional.
As restrições e purgações podem causar sérios problemas médicos como o desenvolvimento de anemia, prejuízo da função renal, cardiovasculares, dentários e osteoporose.

BULIMIA NERVOSA
As características da bulimia são: Hiperfagia (comer compulsivo) e desenvolver maneiras de evitar o ganho peso, além disto, a auto-estima está atrelada a  forma e peso corpóreo. Um episódio bulimico é caracterizado por comer num curto período de tempo grandes quantidades de comida. O indivíduo come até um estado de desconforto ou até sentir dores devido ao excesso. Relatam uma incapacidade de conseguir controlar esta compulsão alimentar.
Criam formas inadequadas para compensar e evitar o ganho de peso como, uso de diuréticos, indução ao vômito, uso de laxantes, exercícios físicos excessivos e outros. Para ser classificado como Bulimia Nervosa os métodos para evitar o ganho de peso deve ocorrer pelo menos 2 vezes por semana em um período de 3 meses.
Pode ser dividido em:
Purgativo – A forma utilizada para compensar a hiperfagia é indução ao vômito, uso de laxantes, diuréticos e enemas.
 Não Purgativo - Faz exercícios físicos em excesso, jejuns e outros como forma de compensar, mas não se torna habitual a utilização de métodos purgativos.
Aqueles com Bulimia Nervosa diferente dos com anorexia possuem o peso dentro da faixa de normalidade apesar de alguns poderem estar com o peso um pouco abaixo ou acima da mesma, sendo incomum com pessoas com problemas de obesidade.
Os mesmos podem demonstrar sintomas de depressão, transtorno de humor ou ansiedade. Além de outros problemas médicos que podem surgir como perda do esmalte dos dentes devido à indução ao vômito, menstruação irregular ou parar de menstruar (amenorréia), não conseguirem evacuar sem o uso de laxantes tornando-se assim dependentes deles, e outros.                                  .
CONCLUSÃO
É importante ressaltar a importância do trabalho multidisciplinar no tratamento tanto da Anorexia Nervosa quanto da Bulimia Nervosa, pois é necessária a união do terapeuta com o nutricionista e o médico atuando todos de forma integrada.
E acima de tudo um trabalho preventivo é o principal, apesar de termos conhecimento que o transtorno ocorre devido questões biológicas, genéticas, psicológicas e socioculturais, devemos conscientizar a população, em especial os adolescentes, que pode haver uma preocupação com o bem estar físico, mas deve ser de forma saudável, não se deixando influenciar pela mídia ou qualquer outro na busca por padrões inalcançáveis que apenas irão lhe prejudicar, aprendendo assim a medir conseqüências.


Fonte: Psicóloga  Priscila Monteiro - http://www.priscilamonteiro.psc.br/artigo6.php 

Gravidez na adolescência


A adolescência é uma fase muito conturbada, estendendo-se aproximadamente dos 12 aos 20 anos, que se caracteriza por uma série de mudanças corporais e psicológicas, onde é redefinida uma visão de si e do mundo, visando construir a identidade social, sexual, ideológico e vocacional, ou seja, uma fase de descobertas.

A gravidez pode vir a interromper este momento de transição, este momento tão importante no seu desenvolvimento, fazendo-os assumir antes da hora papéis e responsabilidades de adultos, o que pode ser extremamente prejudicial por se tratar de uma fase em que são naturalmente instáveis devido todas estas mudanças.

A gravidez na adolescência pode acarretar problemas a longo prazo, apresentando problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto.
Diariamente um número grande de adolescentes entra nos hospitais públicos devido os abortos ilegais e as internações para curetagem pós-aborto. Muitos são os casos de mulheres que sofrem seqüelas graves como conseqüência do aborto praticado sem a mínima condição de higiene.

A Organização Pan-americana de Saúde – OPAS ressalta que o abandono aos estudos limita ainda mais o desenvolvimento social da adolescente, acarretando prejuízo na qualidade de vida e nas oportunidades futuras.

A vida sexual vêem se iniciando cada vez mais cedo por inúmeras razões biopsicossociais.
Vários fatores vêem contribuindo para isto, como: fatores biológicos; fatores de ordem familiar; fatores sociais, como a erotização provocada pelos meios de comunicação, que acabam por contribuir por um amadurecimento antecipado aos elementos ligados a sexualidade dos jovens, também nas classes econômicas mais desfavores onde há maior abandono e desinformação e menor acesso a contraceptivos, onde está a grande incidência da gestação na adolescência.

Fatores psicológicos como o fato dos adolescentes não acreditarem que isto nunca ocorrerá com eles, e de ao tentarem esconder da família acabam por não comprar os contraceptivos por receio de serem descobertos.

Também possui associação com baixa auto-estima, ao funcionamento intrafamiliar inadequado ou à menor qualidade do seu tempo livre. A falta de apoio e afeto da família, em uma adolescente cuja auto-estima é baixa, com mau rendimento escolar, poderiam induzi-la a buscar na maternidade uma forma de conquistar um afeto, uma família própria, reafirmando assim o seu papel de mulher, ou sentir-se ainda indispensável a alguém.

O Pai Adolescente
É importante lembrar que não é apenas a vida da jovem mãe que muda, também ocorre mudanças significativas na vida do jovem pai e das famílias de ambos. A paternidade precoce ocasiona uma maior freqüência de abandono escolar, trabalhos abaixo da sua qualificação, aumento da prole e aumento no número de divórcios.

A mãe adolescente
Dada sua imaturidade emocional podem ocorrer alterações psicológicas, gerando extrema dificuldade em adaptar-se a esta nova realidade, exarcebando sentimentos já presentes antes da gravidez, como ansiedade, depressão e hostilidade.
A mãe como referência na formação da personalidade do Bebê pode afetar a criança por causa dos transtornos psíquicos desta mãe. Ao não adquirir a identidade adulta poderá gerar vários conflitos como mãe-cuidadora devido à maturidade psíquica ser primordial para o seu desempenho como mãe. Estudos informam quanto às difíceis interações das mães adolescentes com seus filhos envolvendo graves descuidos e maus tratos.
Existem vários riscos para os filhos de adolescentes. Devido a dificuldades da sua nova condição muitas abandonam os filhos, dão à adoção e os que não são abandonados estão mais sujeitos a maus tratos.
Por isto é importante o uso dos contraceptivos durante o ato sexual, não apenas por causa de gravidez, mas também devido às doenças sexualmente transmissíveis (DST). Os métodos contraceptiveis são: espermicida, diafragma, camisinha, Pílulas anticoncepcionais e outros.
As jovens devem procurar atendimento ginecológico antes de iniciar sua vida sexual para que possa assim tirar suas dúvidas, e aconselhamento quanto o melhor método contraceptivo e muito mais. E assim obter o acompanhamento médico necessário.


Cuidados na gravidez

Assim que descoberta a gravidez a jovem deve iniciar imediatamente o pré-natal e é de grande auxilio um acompanhamento psicológico para enfrentar e passar da melhor forma possível por esta nova realidade. Tendo assim uma gravidez mais tranqüila e com uma perspectiva positiva sobre este momento.
Reforçando a importância do controle pré-natal tanto para a adolescente quanto para o bebê, quanto mais cedo melhor. 

Fonte: Psicóloga  Priscila Monteiro - http://www.priscilamonteiro.psc.br/artigo2.php

Álcool e os jovens



Do ponto de vista médico, “alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada“.O alcoolismo que já uma doença muito triste entre os adultos e seus familiares, quando este dilema ocorre com um jovem alcoólatra o drama é ainda maior, pois a adolescência é uma fase muito complicada, e os jovens muitas vezes se encontram numa fase onde querem forçar os seus limites, e esta fase dificulta ainda mais o tratamento devido o alcoolismo possuir um forte estigma social que eles procuram evitar, esta defesa natural para a preservação da auto-estima acaba atrasando na intervenção terapêutica e quando o paciente finalmente concorda em se tratar é porque já se passou muito tempo, e diversos prejuízos já foram sofridos.
Sem falar que a mídia não ajuda em nada, com o fato de os comerciais que passam com maior freqüência serem da indústria de bebidas alcoólicas, em que os temas se relacionam diretamente com os anseios dos mais jovens como, relaxamento, camaradagem e humor.
  Saibam que o combate ao alcoolismo deve começar em casa. Afinal, a maioria dos jovens com alto grau de dependência começou na santidade do lar. Sabe aqueles churrascos de domingo, pequenas reuniões de família ou um dia típico onde os pais muitas vezes deixam o filho dar só uma bicadinha? Bem, foi esta bicadinha que iniciaram muitos dos que estão em tratamento atualmente. O hábito de usar a bebida para aliviar a tensão ou relaxar, por exemplo, é aprendido em casa, e é aí que as coisas se complicam a adolescência è um momento muito complicado da vida de uma pessoa e o álcool não deve ser aquele que o ajudará a passar pelos momentos difíceis, se os pais fazem isso, é provável que os filhos repitam esse comportamento. Para se iniciar um tratamento é necessário que preserve em níveis elevados a auto-estima da pessoa sem, entretanto, negar sua condição de alcoólatra, o que é muito difícil de conseguir na prática, mas com trabalho em conjunto do terapeuta e paciente (e seus familiares, se possível) é conseguido.      
Pesquisadores comprovaram que tudo começa em casa, quem tiver filhos já pode começar a prevenção desde já, evitando as famosas bicadinhas, por exemplo, limites devem se colocados com firmeza. Em especial aqueles que possuem algum membro da família com problemas com bebidas porque a chance de o jovem se tornar dependente é ainda maior. Quanto mais tempo à pessoa (criança) ficar longe da bebida melhor.

Fonte: Psicóloga  Priscila Monteiro - http://www.priscilamonteiro.psc.br/artigo3.php

ANSIEDADE – UM MAL PRESENTE



Uma pesquisa estimou que 23% da população brasileira desenvolverão algum distúrbio ansioso no decorrer da vida.

A vida do século 21 é atribulada, corrida e competitiva, vivemos numa época estressante, estamos sempre tentando nos dividir em 2 ou 3 para podermos concretizar todas as atribuições que cercam nossa vida pessoal, profissional, familiar.

Atualmente uma edição de domingo de um jornal impresso tem mais informação do que alguém do século 17 receberia em toda sua vida, ou seja, somos bombardeados por informação todos os dias relacionadas a desgraças, perigos e violência. Além disto, vivemos na época da “escolha”, este conceito atual de liberdade pode acarretar muita ansiedade.  Foi calculado que nos EUA um empregado passará por até 14 empregos diferentes antes dos 40 anos e o número do divórcio cresceu13 vezes em 30 anos, enquanto que algumas décadas atrás o emprego e casamento era um para a vida toda.

Mas calma, a ansiedade faz parte da vida do ser humano, foi necessário para a nossa evolução, nos períodos dos homens das cavernas, o mais ansioso era o que tinha mais chance de sobreviver e deixar seus descendentes, já que a ansiedade nos deixa em estado de alerta e sobressalto. Porém é importante diferenciar uma ansiedade “normal” como a que sentimos diante de uma entrevista de emprego ou do rapaz ao chamar uma garota para sair de um transtorno ansioso patológico. A ansiedade nos deixa em estado de alarme, sobre uma possível situação de perigo, funcionando como um mecanismo de defesa.
Como dito por Aubrey Lewis, ansiedade pode ser descrito como “um estado emocional com a qualidade do medo, desagradável, dirigido para o futuro, desproporcional e com desconforto subjetivo”.

Alguns dos sintomas podem ser; sentimento desagradável de apreensão, sensação de angústia, nervosismo, preocupação e até irritação, pode ocorrer dificuldade para dormir, de concentração, fadiga,além de sintomas físicos como falta de ar, sensação de desmaio, palpitações, sudorese, mãos frias, boca seca, tensão muscular, sensação de nó na garganta, tontura, vômito, sensação de impotência, sentir necessidade de urinar ou defecar.

A ansiedade torna-se patológica quando exacerbada, tendo duração e intensidade maior do que a situação geraria, paralisando a pessoa diante da situação ansiogênica, invés de estimular a enfrenta - lá, causando prejuízos na vida do individuo, podendo até acarretar ataques de pânico.

A ansiedade anormal pode se tornar um distúrbio ansioso como: Transtorno do Pânico, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Fobias, Transtorno de estresse Pós-Traumático e Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Por isto é importante a busca de um tratamento psicológico, pois todas têm tratamento, onde poderá fazer uma mudança cognitiva e aprender a lidar com a ansiedade.


Fonte: Psicóloga  Priscila Monteiro - http://www.priscilamonteiro.psc.br/artigo1.php